Descubra mais sobre a relação do Nordeste e a crise de saneamento e como a SDW pode ajudar a transformar este cenário.

O saneamento deficitário cria um ambiente propício ao desenvolvimento de muitas doenças, causadas pela ingestão de água contaminada, contato da pele ou mucosas com a própria água, lixo e por solos infectados.

No Brasil, infelizmente a falta de saneamento básico é um problema recorrente, atingindo cerca de 35 milhões de brasileiros que vivem sem acesso à água potável e quase 100 milhões sem acesso à esgotamento sanitário adequado.

Com diversos municípios em estado de emergência devido à seca, crise hídrica e alta taxa de doenças causadas pela falta de um suporte de saneamento de qualidade, o Nordeste se apresenta como a segunda região com os piores índices de saneamento básico no Brasil (16,61%), perdendo somente para o Norte (8,67%).

Esgotamento Sanitário

Foto: Agência Brasil/ABr

Cerca de 28% da população nordestina tem esgoto coletado e apenas 36,2% de todo o volume é tratado. Logo, 13,6 milhões de pessoas ainda sofrem com a falta de serviço de esgotamento sanitário na região. Além disso, a distribuição de serviços de saneamento se encontra desproporcional, pois, enquanto no estado de São Paulo os serviços de esgotamento chegam à 100% da população, no Maranhão apenas 13,8% têm direito a este serviço.

Na região Nordeste, 4,1 milhões de domicílios despejam irregularmente seus esgotos na natureza, levando a uma taxa de 22,1% de lares nordestinos sem esgotamento sanitário. Os estados de Pernambuco e Bahia apresentam os piores índices da estatística, possuindo mais de 50% dos domicílios sem acesso a esgoto.

ESTADOS PERCENTUAL
PERNAMBUCO 61,8%
BAHIA56,6%
Percentual de cobertura de saneamento em PE e BA

Saúde no Nordeste

De acordo com a ONU, cerca de 15 mil pessoas no país morrem por ano respectivamente por doenças relacionadas ao saneamento básico. A relação entre o Nordeste e a crise de saneamento afeta diretamente qualidade de vida dos moradores. Na região, doenças entéricas (doenças que afetam o estômago e intestino) são os principais problemas de saúde causados pela ausência de saneamento básico.

Entre os anos de 2014 e 2019, foram registrados quase 1,5 milhão de casos de DRSAI (Doenças Relacionadas ao Saneamento Ambiental Inadequado). A região Nordeste foi a segunda região com maior índice de infectados, com 17 casos a cada 10 mil habitantes. Somado a isso, a região é a segunda no ranking de mortalidade por DRSAI, com 0,63 mortes a cada 10 mil pessoas.

Foto: DATASUS/Painel Saneamento Brasil

Além da diarreia, inúmeras outras doenças entéricas são geradas por falhas no saneamento, como a febre tifoide, cólera, hepatite A, amebíase, leptospirose, entre diversas outras.

Óbitos decorrentes das doenças de veiculação hídrica

Somente em 2019, houveram 2.734 mortes devido à falta de acesso à água potável e esgotamento sanitário.

Evidenciando a relação do Nordeste e a crise de saneamento, entre todas as regiões, a Nordeste foi a única a ultrapassar a faixa dos mil casos.

Foto: DATASUS/Painel Saneamento Brasil

A falta de saneamento e o resultado nos cofres públicos nos investimentos em saúde

Segundo o DATASUS, em 2019 mais de 273 mil hospitalizações ocorreram devido a infecções por veiculação hídrica, resultando num custo de R$ 108 milhões.

Entre todas as regiões do país, a região Nordeste apresenta a maior taxa de despesas com internações: R$ 42,9 milhões. Além de ser a maior região em número de internações.

Foto: DATASUS/Painel Saneamento Brasil

Saneamento no período da pandemia

Foto: Valter Campanato/ABr

Com relação ao saneamento básico a partir do início da pandemia do novo coronavírus, foi evidenciado que o Brasil teve 174 mil internações por doenças de veiculação hídrica, como:  diarreias, dengue, leptospirose, esquistossomose e malária. Provando uma queda de 35% com relação aos dados de 2019, no entanto, o fato de diversas pessoas evitarem sair de suas casas devido à uma pandemia precisa ser levado em conta. Assim, dentro deste universo, os números de pessoas infectadas pode ter sido bem maior.

Houve também uma redução entre 30 e 35% no número de óbitos.

SDW na luta pelo acesso ao saneamento no Nordeste

Diante da falta de saneamento básico e água potável existentes na região Nordeste a SDW entra em ação com o objetivo de proporcionar alternativas capazes de minimizar as vulnerabilidades presentes na vida destes moradores.

Atualmente a empresa atua com 5 tecnologias capazes de combater os problemas de saneamento e prevenir doenças transmitidas por veiculação hídrica e pelos solos. Os principais produtos da marca e os mais utilizados no cenário Nordeste Semiárido são:

Aqualuz: dispositivo de tratamento de água das chuvas, através da energia solar. Primeira tecnologia a ser criada no mundo, e premiado pela ONU em 2019.

Sanuseco: sistema de banheiro sem uso de água na deposição e transporte dos dejetos, com compostagem dos resíduos.

Sanuplant: sistema de tratamento de águas cinzas e/ou amarelas com plantas.

Através das nossas tecnologias, problemas como a falta de esgotamento sanitário, provocando diversas doenças por defecação a céu aberto; e a falta de acesso à água potável, que provoca diversas infecções por veiculação hídrica; são minimizadas, diminuindo os riscos de vulnerabilidade social, prevenindo futuras doenças e oferecendo melhores alternativas de vida e oportunidades para as diversas famílias no sertão.

Através de um diagnóstico gratuito e detalhado podemos traçar metas, desafios e gerar soluções em tecnologias para que sua empresa possa atuar de forma sustentável, lucrativa e impactante no contexto socioambiental.

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